REVOLTANTE: Homem que 3stupr0u mulher com deficiência mental é procurado em Manaus; pai da vítima participou do crime

Policial

Um homem identificado como Joelson Tenório, de 48 anos, está sendo procurado pela Polícia Civil do Amazonas (PCAM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) norte/leste, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra uma mulher de 25 anos, portadora de deficiência mental. O crime ocorreu no bairro Cidade de Deus, zona Norte de Manaus, no dia 23 de junho.

Segundo a delegada encarregada do caso, Isabellita Leite, titular da unidade especializada, o pai da vítima também participou do crime. Ele foi preso na última sexta-feira (7), em meio a diligência na rua Saldanha Marinho, localizada no Centro, zona Sul de Manaus.

“Caso a população reconheça esse indivíduo ou saiba o paradeiro dele, denunciem às nossas equipes policiais, para que possamos capturá-lo. A identidade do informante será preservada”, disse a delegada.

O suspeito de estuprar a mulher ainda está foragido e a PCAM solicita que a população ajude na divulgação da foto dele, assim apoiando as buscas. O caso é investigado pela corporação.

Relembre outro caso

Tereza Aguiar Araújo, de 46 anos, foi presa, nesta quinta-feira (6), suspeita de armar emboscada para matar o próprio marido Francesco Nonato de Araújo, de 42 anos, a facadas, no sítio do amante dela, em Águas Lindas (GO). Dois filhos da mandante do crime participaram da ação.

Além de mãe e filhos, o dono do sítio, que é amante da mulher, e um casal de caseiros também participaram do crime. De acordo com a investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO), as suspeitas são de que homem tenha sido morto no último dia 23, dia em que sumiu.

A polícia só teve conhecimento do crime após uma testemunha denunciar que recebeu uma proposta no valor de R$ 150 para enterrar um corpo. Testemunha relatou que proposta foi feita pelos caseiros.

“Fomos até a chácara, mas não tínhamos informações nenhuma. Lá estava esse casal e o dono da chácara. Tentamos levantar algumas informações sobre o desparecimento, mas eles negaram. Falaram que não sabiam de nada”, diz o delegado Vinícius Máximo, encarregado na investigação do crime.