Homem que lacerou vagina de recém-nascida no AM alegou que estupro foi acidente

Policial

O homem de 39 anos, que foi preso após estuprar uma bebê recém-nascida de apenas 5 dias de vida, alegou em depoimento para a polícia que o estupro foi acidental. O crime ocorreu na noite do dia 9 deste mês, na casa em que ele morava com a vítima, situada no município de Tapauá, interior do Amazonas.

De acordo com a delegada Kelly Souto, da 64ª Distrito Integrado de Polícia (DIP) de Tapauá, ao ser ouvido, o autor do crime disse que havia penetrado os dedos na vagina da bebê recém-nascida não intencionalmente, e quando a pegou no colo a vítima escorregou.

“A diretora do hospital contou o que tinha ocorrido para a gente, enviamos a equipe para o local, para segurar o possível autor e conversar com o médico. Inclusive, o médico que atendeu o caso foi o mesmo que realizou o parto e ele me garantiu que a criança saiu saudável do hospital, há cinco dias”, disse.

Segundo a delegada, no entanto, os médicos constataram que havia uma laceração de 1 ª grau em toda a parte da vulva no introito vaginal, e aparte inferior da vagina estava lacerada, que são causados apenas com a penetração de um pênis pelo diâmetro.

“Verificamos que o autor tinha antecedentes criminais, onde tentou um estupro contra uma adolescente de 16 anos. Conversamos com a esposa dele, e ela o fez confessar. Em depoimento ele contou que pegou a criança com a mãe e rompeu o hímen dela. Mas o médico e o perito disseram que era impossível ter sido apenas a mão, que a laceração era compatível com o uso do pênis”, destacou.

A delegada disse ainda, que o autor morava na mesma casa que a vítima, ele era casado com a avó materna da recém-nascida. Ele também era quem provia o sustento da família e sustentava toda a casa. O homem, que estava jurado de morte no município, veio transferido para Manaus e agora vai responder pelo crime cometido.

Ele deve ficar a disposição da Justiça.

Foto: Divulgação PC-AM e Ilustrativa

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