Ganhador da Mega-Sena assassinado tinha investimento que impedia retirada por três anos

Brasil Policial

Até o momento, duas pessoas foram presas. Vítima havia ganhado R$ 47 milhões em 2020; ele foi largado em uma rodovia

O ganhador da Mega-Sena Jonas Lucas Alves Dias, que foi torturado e morto em Hortolândia, no interior de São Paulo, havia investido quase todo o dinheiro que ganhou na Mega-Sena em 2020 e não podia mexer no valor por cerca de três anos, segundo um amigo próximo da vítima. Isso ajuda a explicar por que os criminosos que praticaram o sequestro não conseguiram extrair uma fortuna na ação.

Ainda segundo este amigo, Jonas Lucas investiu boa parte dos R$ 47 milhões que ganhou e deixou cerca de R$ 1 milhão em uma conta-corrente para usar no dia a dia.

Durante o crime, os suspeitos conseguiram realizar uma transferência de R$ 18,6 mil para a conta de uma mulher de prenome Rebeca, que foi investigada pelo recebimento do dinheiro na conta e presa. O grupo teria tentado fazer uma transferência de R$ 3 milhões, que foi negada pela gerente do banco, uma vez que ela considerou estranho o pedido em razão de o investimento ser de longo prazo.

Um outro suspeito, identificado como Marcos Vinícius de Oliveira, de 22 anos, que é considerado foragido da polícia, teria conseguido sacar R$ 2.000 em cédulas, além de ter habilitado, por meio de ameaça à vítima, o Pix em aplicativo no celular.

Após torturarem o homem, os suspeitos o abandonaram em uma alça de acesso da rodovia dos Bandeirantes. Ele foi socorrido com vida e estava com sinais de tortura, mas morreu no hospital.

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