Em Manaus, Conselho reempossado no Tropical Executive ignora ordem judicial e promove caos

Amazonas

 O Edifício Tropical Executive & Residence, localizado na Ponta Negra, zona Oeste de Manaus, passa por um escândalo envolvendo má gestão e corrupção. A Nobile, empresa contratada para gerenciar o condomínio e o hotel, que deixou uma dívida absurda de R$ 4,5 milhões ao abandonar a gestão em 2017, quer retornar ao comando do conselho de administração e um dos mais famosos empreendimentos da Amazônia e considerado um dos mais luxuosos hotéis da região durante o seu auge.

A dívida em questão, inclui R$ 900 mil em títulos protestados, contas de luz atrasadas e um débito de R$ 2 milhões com o INSS. Diante desse caos, a empresa KSS assumiu a árdua tarefa de administrar o condomínio e buscar soluções para quitar a dívida. Durante seis anos, a KSS se dedicou a modernizar as unidades habitacionais e valorizar significativamente os Flats do Tropical. Atuou com transparência e comprometimento, buscando restaurar a confiança dos condôminos.

Em julho deste ano, uma decisão judicial determinou o retorno do Conselho de Administração eleito em 2015 ao poder por dois meses, com a missão de convocar uma nova assembleia para eleger um novo conselho e síndico. No entanto, surpreendentemente, esse conselho reempossado ignorou a ordem judicial, não convocou a assembleia e trouxe de volta a Nobile para a gestão do condomínio.

Caos e desrespeito às ordens judiciais

Desde então, o conselho reempossado tem gerado caos e desrespeitado as ordens judiciais. Os funcionários estão com salários atrasados e tiveram a assistência médica retirada. Além disso, o pagamento do vale transporte também está atrasado. O conselho também desistiu de uma ação milionária de R$ 14 milhões contra a Nobile e tenta se manter indefinidamente no poder.

Assembleia marcada pelo judiciário traz esperança de mudanças

Felizmente, em novembro, o judiciário agiu corretamente e marcou uma assembleia para 11 de dezembro de 2023. Essa assembleia é um sinal de esperança para os condôminos, que poderão exercer seus direitos e tomar decisões importantes para o futuro do condomínio.