O filme Barbie estreou nesta quinta-feira (20), causando comoção nos cinemas e cumprindo a promessa de ser uma das produções mais aguardadas do ano. Apesar de a boneca ter marcado a infância de diferentes gerações e de ser facilmente associada às crianças, o badalado live-action que está em cartaz não é um filme infantil.
Tanto no Brasil quanto nos Estado Unidos, o longa é recomendado para maiores de 12 anos. Linguagem com teor adulto, piadas e ironias a respeito de machismo e patriarcado, reflexão sobre a morte, atos violentos, além de outros temas sensíveis, colaboraram para a classificação indicativa ser definida pelo Ministério da Justiça. Dessa forma, menores de 12 anos só poderão assistir ao filme acompanhados pelos responsáveis.
No Brasil, antes do lançamento nos cinemas, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) interrompeu a exibição do trailer de Barbie das salas de cinema de todo o país. A barreira foi imposta contra o primeiro trailer, inspirada no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, que mostra a protagonista usando o clássico maiô preto e branco. A cena chamou atenção dos reguladores por mostrar crianças quebrando a cabeça de brinquedos.
Em um comunicado, o Conar explica que o trailer viola a Seção 11 no Artigo 37 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. As imagens trazem “cenas de não-urbanidade, ausência de boas maneiras ou ato violento/inseguro”, para a relatora da representação.
A repórter de GZH Letícia Paludo acompanhou a pré-estreia de Barbie nesta quarta-feira (19) e falou o que pensa sobre a temática do filme e sua recomendação etária. Segundo ela, visualmente, o filme enche os olhos de quem curte o mundo da boneca e conhece algumas referências.
“É uma explosão de cores e brilhos, e repleto de personagens icônicas – vai da clássica primeira boneca da Mattel aos lançamentos mais recentes, como a Barbie Presidente e a Barbie Gold Disco. Alguns brinquedos que são objeto de desejo também aparecem na trama, como por exemplo a Casa dos Sonhos, o carro cor-de-rosa, o cachorro de estimação, além de uma infinidade de roupinhas e acessórios. Por esse lado, o live-action pode entreter muito as crianças”, explica.
Ela destaca que, para os adolescentes, tem o bônus da presença da cantora pop Dua Lipa, que também faz parte da trilha sonora, assim como Billie Eilish. Já outros temas do filme só devem ser percebidos e acessados pelo público adulto, conforme Letícia.
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“As discussões sobre papéis de gênero, ansiedade e crise existencial, no entanto, são conversas em tom adulto que talvez não sejam compreendidas tão a fundo por quem não tem nem 12 anos de vivência. O que não é motivo para deixar de assistir”.
O filme Barbie estreou nesta quinta-feira (20), causando comoção nos cinemas e cumprindo a promessa de ser uma das produções mais aguardadas do ano. Apesar de a boneca ter marcado a infância de diferentes gerações e de ser facilmente associada às crianças, o badalado live-action que está em cartaz não é um filme infantil.
Tanto no Brasil quanto nos Estado Unidos, o longa é recomendado para maiores de 12 anos. Linguagem com teor adulto, piadas e ironias a respeito de machismo e patriarcado, reflexão sobre a morte, atos violentos, além de outros temas sensíveis, colaboraram para a classificação indicativa ser definida pelo Ministério da Justiça. Dessa forma, menores de 12 anos só poderão assistir ao filme acompanhados pelos responsáveis.
No Brasil, antes do lançamento nos cinemas, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) interrompeu a exibição do trailer de Barbie das salas de cinema de todo o país. A barreira foi imposta contra o primeiro trailer, inspirada no filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, que mostra a protagonista usando o clássico maiô preto e branco. A cena chamou atenção dos reguladores por mostrar crianças quebrando a cabeça de brinquedos.
Em um comunicado, o Conar explica que o trailer viola a Seção 11 no Artigo 37 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária. As imagens trazem “cenas de não-urbanidade, ausência de boas maneiras ou ato violento/inseguro”, para a relatora da representação.
A repórter de GZH Letícia Paludo acompanhou a pré-estreia de Barbie nesta quarta-feira (19) e falou o que pensa sobre a temática do filme e sua recomendação etária. Segundo ela, visualmente, o filme enche os olhos de quem curte o mundo da boneca e conhece algumas referências.
“É uma explosão de cores e brilhos, e repleto de personagens icônicas – vai da clássica primeira boneca da Mattel aos lançamentos mais recentes, como a Barbie Presidente e a Barbie Gold Disco. Alguns brinquedos que são objeto de desejo também aparecem na trama, como por exemplo a Casa dos Sonhos, o carro cor-de-rosa, o cachorro de estimação, além de uma infinidade de roupinhas e acessórios. Por esse lado, o live-action pode entreter muito as crianças”, explica.
Ela destaca que, para os adolescentes, tem o bônus da presença da cantora pop Dua Lipa, que também faz parte da trilha sonora, assim como Billie Eilish. Já outros temas do filme só devem ser percebidos e acessados pelo público adulto, conforme Letícia.
“As discussões sobre papéis de gênero, ansiedade e crise existencial, no entanto, são conversas em tom adulto que talvez não sejam compreendidas tão a fundo por quem não tem nem 12 anos de vivência. O que não é motivo para deixar de assistir”.
